EU VI | Residente Evil (2026)

Embora conte com personagens próprios, Resident Evil é uma boa interpretação do universo dos games


SINOPSE | Segue um infeliz mensageiro encarregado de entregar um pacote em um hospital remoto. Logo ele se vê preso no meio de uma epidemia e deve lutar contra hordas de criaturas mutantes para sobreviver.


Quando o novo filme de Resident Evil foi anunciado, boa parte do fandom da famosa franquia de jogos de horror dos video games se empolgou ao sonhar que veriam uma adaptação live action que finalmente contasse a história de Leon, Ashley e companhia. Quando o projeto recebeu mais atualizações e foi possível confirmar que tais expectativas não poderiam estar mais erradas, muita gente torceu o nariz, especialmente uma parcela da comunidade gamer.

Porém, quem esperava apenas ver um bom filme de terror, contava a favor dessa adaptação a escalação do competente diretor Zach Cregger, responsável por dois filmaços de terror recentes, Noites Brutais e A Hora do Mal, e a presença da estrela em ascensão Austin Abrahams (Lobos) no papel principal.

De fato, se você for capaz de superar o fato de que o filme seguiu o seu próprio caminho ao assumir uma identidade dentro da lore estabelecida pelos games vai se divertir muito com o filme. Na verdade, eu entendo que o filme tem muito mais do DNA de Resident Evil que todas as adaptações anteriores, seja pela direção de arte, que construiu uma Raccon City bastante fiel, seja câmera do próprio Zach Cregger, que adaptou com perfeição desde a visão em terceira pessoa dos jogos até o comportamento dos zumbis.

O resultado é um filme que não somente conversa com os fãs da franquia como também com pessoas que nunca tiveram contato com ela e apenas desejam uma boa história de horror de sobrevivência.

Resident Evil

Avaliação: 3.5 de 5.

PAÍS/ANO: EUA/2026

GÊNERO: Suspense/Terror

DURAÇÃO: 1h37m

DIREÇÃO: Zach Cregger

ELENCO: Austin Abrams, Paul Walter Hauser e Zach Cherry.

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